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E quando o Estado se afirma como o patrão em Portugal que mais precariedade semeia, o resultado é: um em cada seis funcionários públicos a contrato precário. Passos quer competir com a Jerónimo Martins na promoção da pobreza.
Luís Monteiro
Com eleições marcadas, a campanha pró-austeridade na Grécia ganhou ontem um novo reforço: Ricardo Salgado. O banqueiro fez um apelo ao povo grego para ter juízo na hora de votar.
Joana Mortágua
Oito dos dezassete países da Zona Euro estão em recessão. O empobrecimento generaliza-se como política e como realidade. O BCE, a Comissão Europeia, a "Europa dos Governos" e o FMI estão a expulsar o Euro da vida da "Europa dos povos".
Catarina Oliveira
A NATO provocou a morte de 72 vítimas civis na Líbia, incluindo 24 crianças e 20 mulheres, é o saldo apurado por um relatório da Human Rights Watch. Diz a NATO que a operação foi um sucesso. As bombas imperialistas semeiam sempre a desgraça a pretexto de uma "democracia" útil a que o que mude seja suficientemente igual para que o poder imperial fique na mesma.
Bruno Góis
Segundo PPC o desemprego pode ser uma oportunidade para os portugueses mudarem de vida e se tornarem em empreendedores. Muita lata, vindo de alguém que só arranjou emprego através de tachos.
Uma sugestão: que tal corrermos com o laranjinha daqui para fora para que ele se possa tornar num verdadeiro empreendedor?
Cláudia Ribeiro
Entre as birras estridentes PS/PSD lá se vão mantendo as troikistas alianças que viabilizam a opressão. Mas desenganem-se os que limitam as nossas oportunidades à miséria. O tripé que sustenta a austeridade não é mais sólido do que a vontade do povo.
Odete Costa
Ainda Silva Carvalho regateava a transferência e já a Ongoing recebia dicas sobre negócios e inofensivos recortes de imprensa, também enviados a Miguel Relvas. Este não se lembra de nada, nem das sugestões para a chefia das secretas. Mas os chefes do SIRP e do SIED já foram demitidos…
Alberto Matos


A sociedade tipo “ocidental” que durante os últimos dois séculos foi sendo construída nas atribulações da luta de classes, mais ou menos aguda, atingiu alto um patamar de progresso tecnológico sob o comando da burguesia e um sólido acervo de conquistas no âmbito dos direitos humanos sob a pressão da luta do proletariado.
Uma grande parte dos cidadãos europeus está consciente que vive tempos históricos. Historicamente miseráveis. O desemprego não para de aumentar, a precariedade torna-se norma, a pobreza galopa e a imprevisibilidade é regra. Este cenário é tanto mais gravoso, quanto maior a distância do eixo do diretório.
“Eu não minto, não engano, não ludibrio”... há é “um padrão estranho de desemprego que se deve a elementos de rigidez que estão a dificultar ainda mais o ajustamento do mercado laboral”...e me desacerta as contas - soletra indignado Vítor Gaspar, ao ser acusado pela esquerda parlamentar de esconder dos portugueses os números do desemprego.
Será já no próximo mês de Junho que os gregos irão de novo a votos para, nesta tão complicada situação, elegerem um governo. As negociações para a constituição de um governo falharam, pelas mais diversas razões.
Depois de mil sacrifícios, mil frases de chantagem construídas em torno da salvação nacional, depois de mil planos de austeridade e com mais um na gaveta, o povo grego decidiu escolher a libertação.




